Paróquia de Sant'Ana
Grandiosa festa de Sant'Ana
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Programação Especial

"Mãe da mãe de Jesus, ó Sant'Ana, rogai por nós"

Você não pode perder! Confira a programação.

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A(des)graça de existir
Nossa Igreja

As perguntas nascidas da dor – a experiência da perda e do mal no mundo – revelam que o coração do homem foi plasmado para a alegria, uma alegria sem sombras. É nos momentos de mais intenso sofrimento que emergem inevitáveis e pungentes as perguntas sobre o sentido da vida: por que tudo isso? Terá a vida sentido? Perguntas como essas não se poriam se não fosse o clamor da verdade a reclamar espaço dentro da experiência humana. É como disse o Papa João Paulo II na encíclica “Fé e Razão”: “basta observar a vida de todos os dias para constatar como dentro de cada um de nós se sente o tormento de algumas questões essenciais, e, ao mesmo tempo, se guarda na alma o esboço das respectivas respostas”.
cia.

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O caminho mudou?
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Nossa Igreja

 

Todos os dias, um homem descia no profundo da terra para cavar o sal. Levava consigo uma lanterna. Uma tarde, enquanto voltava de um túnel escuro e perigoso, sua lanterna caiu e se apagou. No começo o homem pensou ter problema. Fazia aquele percurso há tantos anos e achava que com ou sem lanterna dava no mesmo. Podia até fechar os olhos, pois sabia tudo de cor. Não precisava dela. Chegou a pensar que, sem lanterna, tinha algo a menos para carregar. Deu tudo errado. Logo que começou a dar os primeiros passos, um dos pés caiu na valeta onde corria água. Retirou o pé às pressas e imaginou que estava se esquivando da vala.

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A maturidade mora na escuta
Nossa Igreja

Todos têm algo a nos ensinar

Todo ser humano traz em si uma profunda necessidade de autoafirmação. Todos desejam a valorização por parte dos demais, porém, essa necessidade – de ser aceito e de se afirmar diante da vida – precisa trazer em si certa medida de equilíbrio e maturidade, pois, quando não é assim, tendemos a agir puramente aprisionados por nossos instintos.

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Conhecer é o melhor remédio
Nossa Igreja

O melhor remédio para vivermos bem com as pessoas é conhecê-las, não a partir da aparência destas, mas sim, conhecer-lhes o coração, porque o que vemos é somente um indicativo. Por essa razão, necessitamos enxergar além do que vemos, como Jesus, que olha o nosso coração. E o olhar do Senhor sobre nós é um olhar de cura e ressurreição, nunca de condenação, porque “Ele não julga pelas aparências, e não decide pelo que ouve dizer” (Isaías 11, 3).

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A insensibilidade nos impede de enxergar
Nossa Igreja

Quanto mais desanimados, menos frutos colheremos na vida


 

O Antigo Testamento bíblico foi um tempo de profecia e de preparação para a chegada dos objetivos do Reino de Deus. Hoje a comunidade cristã tem por obrigação testemunhar e concretizar o projeto iniciado por Jesus Cristo. Assim sendo, a Igreja precisa estar sempre em estado de missão, colocando em prática os indicativos da Palavra de Deus, não perdendo de vista a necessidade incondicional da presença e da atuação viva de Jesus ressuscitado.

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A luta contra o pecado
Nossa Igreja

Esse mal nos escraviza e nos separa de Deus

 

Fazer a vontade de Deus é, antes de tudo, lutar contra os nossos pecados; pois eles nos escravizam e nos separam de Deus. O Catecismo da Igreja Católica (CIC) nos mostra toda a gravidade do pecado:

"Aos olhos da fé, nenhum mal é mais grave do que o pecado, e nada tem consequências piores para os próprios pecadores, para a Igreja e para o mundo inteiro" (CIC § 1488).

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Peregrinos da Esperança
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Nossa Igreja

O verdadeiro cristão não só vive e pratica a virtude teologal da Esperança, mas é ao mesmo tempo convidado a estar sempre pronto a dar a razão de sua esperança a todo aquele que a pedir (cf. 1 Pd 3, 15).

 

Iniciar um novo ano é dar espaço a perspectivas de novas esperanças, é alimentar sonhos de novas realizações e desejar dias melhores. 2010 será melhor ou pior do que 2009? Por si só nenhum ano é pior ou melhor do que o outro. Somos nós a fazer o ano ser o que ele é.

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Ah, é assim?
Nossa Igreja

 

 

Um mestre espiritual era famoso e venerado. Ele vivia como eremita no silêncio e na oração. Certo dia uma moça de boa família, ao perceber que estava grávida, declarou publicamente que, apesar da aparente santidade dele, o responsável da sua condição era justamente o mestre. Logo que souberam da notícia, os moradores da vila ficaram enfurecidos. Encabeçados pelos parentes da jovem subiram à montanha e, com gritos e ameaças, começaram a acusá-lo de ser o pai da criança. O mestre apenas respondeu: - Ah, é assim?

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De quem é a culpa?
Nossa Igreja

 

Temos todos, diante dos males sociais de que sempre temos dolorosas notícias pelos meios de comunicação, a mania de procurar os culpados verdadeiros ou supostos: “de quem é a culpa?”. Na esfera da coisa pública, sempre jogamos a culpa no governo.

Nos repetidos assaltos, cujas notícias lemos nas páginas dos jornais, a culpa é da ineficiência da polícia. Assim julgamos. A pletora de protegidos, que enchem as repartições públicas, muitas vezes sem competência, por simples indicação política, nomeados sem concurso, a culpa é do governo.

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Só o amor entrará no céu
Nossa Igreja

“Eis o meu mandamento: amai-vos uns aos outros como eu vos amei. Ninguém tem maior amor do que aquele que se despoja da vida por aqueles a quem ama. Vós sois meus amigos se fizerdes o que eu vos mando” (Jo 15,12).

 

“Amai-vos uns aos outros” é amor compartilhado. Eu amo e também sou amado. É um amor concreto, no qual perdoo e sou perdoado, compreendo e sou compreendido... Existe o amor humano, o amor da amizade, mas também existe o amor ágape: o amor próprio de Deus. O Pai ama tanto o Seu Filho, que se doa inteiramente a Ele. O Filho recebe esse amor e também ama o Pai. É um amor em circulação. É o amor em atividade.

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